As redes sociais em 2026 parecem diferentes de alguns anos atrás. Os usuários se tornaram mais seletivos, mais críticos em relação ao conteúdo e menos propensos à rolagem sem pensar.
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Novos dados do relatório Sprout Social Pulse Survey (Q1 2026), que abrange mais de 2.000 usuários dos EUA, Reino Unido e Austrália, mostram as principais mudanças no consumo de conteúdo, na confiança nas redes sociais e nas expectativas em relação às marcas.
Vamos analisar as principais tendências.
As redes sociais se tornaram a principal fonte de notícias
Hoje as redes sociais são um dos principais canais para obter notícias:
- quase 50% dos usuários recebem notícias justamente das redes sociais;
- para a Gen Z esse indicador chega a 67%;
- para os millennials — 61%.
As plataformas mais populares para notícias:
- YouTube
As redes sociais deixaram de ser apenas um ambiente de entretenimento — elas desempenham o papel de plataformas de informação.
A confiança no conteúdo cai por causa da IA
Com o desenvolvimento das ferramentas de IA, surgiu um novo problema — a dificuldade de distinguir o conteúdo real do gerado.
88% dos usuários afirmaram que o conteúdo de IA reduz sua confiança nas notícias das redes sociais. As principais razões:
- vídeos deepfake,
- notícias falsas,
- conteúdo de IA sem controle.
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Ao mesmo tempo, a confiança geral nas redes sociais não cai de forma crítica:
- 16% dos usuários notaram crescimento da confiança;
- 49% — a confiança permaneceu sem alterações;
- 35% — a confiança diminuiu.
Ou seja, o problema não está nas próprias plataformas, mas na qualidade do conteúdo.
AI slop — novo problema das redes sociais
Uma tendência à parte — o chamado AI slop (conteúdo de IA de baixa qualidade): 56% dos usuários veem esse conteúdo com frequência, e 83% se deparam com ele pelo menos às vezes.
A reação dos usuários é negativa: queda no engajamento, ignorar o conteúdo, deixar de seguir e bloquear contas.
A Gen Z reage a isso de forma especialmente intensa — 50% já deixaram de seguir ou bloquearam contas por causa de conteúdo de IA.
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Os usuários se tornaram mais seletivos
Uma das principais tendências — o crescimento do consumo consciente de conteúdo: 66% dos usuários se tornaram mais seletivos no que assistem. Isso se manifesta em:
- redução do tempo nas redes sociais;
- foco em conteúdo útil;
- uso das redes sociais com um objetivo específico.
Que conteúdo os usuários querem ver
Em 2026, as expectativas em relação às marcas estão mudando. Os formatos de conteúdo mais desejados:
1. Conteúdo educativo — № 1 em todas as gerações. Os usuários querem:
- informações úteis,
- explicações,
- valor prático.
2. Conteúdo para o autodesenvolvimento. As pessoas buscam conteúdo que ajude a se desenvolver, traga novos conhecimentos e melhore a qualidade de vida.
3. Conteúdo que constrói comunidade. 27% dos usuários querem que as marcas se concentrem nas comunidades. Isso significa uma transição de "publicamos conteúdo" para "construímos interação".
IA vs humano: o que funciona melhor
Apesar da popularidade da IA, os usuários preferem o conteúdo humano. Principais insights:
- IA sem valor não funciona;
- é importante adicionar uma "camada humana";
- é recomendável sinalizar o conteúdo gerado por IA.
As marcas devem ter uma posição
As expectativas do público mudaram: a maioria quer que as marcas tenham uma posição, mas apenas se estiver relacionada ao seu negócio.
Impacto nas compras:
- 32% — a posição não influencia;
- 29% — deixarão de comprar se discordarem;
- 15% — compram para apoiar.
O que isso significa para os profissionais de marketing
Principais conclusões:
1. Qualidade é mais importante que quantidade. Menos posts — mas mais valor.
2. IA é uma ferramenta, não uma estratégia. O conteúdo deve permanecer humano.
3. Conteúdo educativo e útil = chave para a atenção. Este é o formato mais eficaz em 2026.
4. Comunidade — novo foco. As marcas devem construir interação, não apenas transmitir mensagens.
5. A confiança se torna o principal ativo. Sem ela, até um conteúdo de qualidade não funciona.
Resumindo
As redes sociais em 2026 estão migrando para um novo modelo:
- menos consumo aleatório;
- mais escolha consciente;
- mais exigências em relação ao conteúdo.
Os usuários não reagem mais ao volume e à frequência, mas reagem ao valor, à relevância e à confiança.
É exatamente isso que determina qual conteúdo funciona hoje.
Como encontrar conteúdo que realmente funciona
Em 2026, não basta apenas criar muito conteúdo — é importante entender o que exatamente chama a atenção e gera confiança nos usuários.
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